Agora, conforme portaria Nº 34/2019, o vereador Bingola vai ter que  explicar direitinho, em Inquérito Público Civil (Foto Reprodução do Facebook)
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O vereador Evandro Alberto de Silva Aquino, conhecido como “Bingola” até que tentou, com um punhado de malandragem, ser “boa gente” ao renunciar a Presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), criada para investigar o prefeito de Santa Isabel do Rio Negro.

Para muitos, a “generosa” ação do vereador, inimigo fidagal do prefeito, foi recebida com desconfiança por todos em Santa Isabel do Rio Negro.

Dito e certo.

Ao ser informado de que a comissão que renunciara votaria contra o pedido de cassação do prefeito Araildo Mendes do Nascimento, Evandro Alberto colocou as afiadas garras de fora e tentou, no grito, dá o bote fatal contra o prefeito!

Como um “reizinho” ditador, assumiu a Presidência dos trabalhos e decretou a cassação do Araildo.

Pior.

O vereador usou do recurso mais indigno com o decoro da função e mentiu ao afirmar “jamais ter assinado documento desistindo da comissão.”

Mas, como mentira tem pernas curtas, Evandro Alberto de Silva Aquino foi obrigado a engolir e a digerir a própria mentira. A assinatura aposta no pedido de desistência da CPI é do vereador, sim!

“Em razão dos exames efetuados e as semelhanças entre a peça questionada anexo I, firmado na data de 17 de abril de 2018 na cidade de Manaus, e assinaturas apostas nos documentos, concluo que a assinatura questionada foi emanada do punho gráfico da Sr. Evandro Alberto de Silva Aquino”, conclui a perito em grafotécnico, Katiuscia Patrícia de Castro Vicente. (parecer técnico)

O parecer foi dado no dia 07 de dezembro de 2018.

Agora, conforme portaria Nº 34/2019, o vereador vai ter que  explicar direitinho, em Inquérito Público Civil, tim-tim por tim-tim tudo sobre a questão.

De acordo com o promotor de Justiça Substituto, CLÁUDIO FACUNDO DE LIMA,  Evandro Alberto tem 15 dias para apresentar defesa e documentos que possam comprovar inexistência de prevaricação quando à condução da CPI nº 001/2017.

Portaria MP


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