Júlio César foi um dos alvos do Ministério Público do Estado (MP-AM) na Operação Bilhete Premiado, deflagrada em agosto de 2019
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O advogado José Júlio César Corrêa, que em setembro de 2011 foi transferido ex-officio para a reserva da Polícia Militar (PMAM) no posto major, foi reintegrado à instituição militar.

De acordo o Diário Oficial do Estado do Amazonas, edição da última segunda-feira (13), o vice-governador Carlos Alberto Souza de Almeida Filho, governador em exercício, em claro desacordo com o parecer da Procuradoria Geral do Estado, garantiu o retorno de Júlio César à ativa.

Com a decisão do vice-governador, César retorna à Polícia Militar não como major,  mas como tenente-coronel e ainda terá o direito há 8 anos de ganhos retroativos.

O ex-reformado major foi um dos alvos do Ministério Público do Estado (MP-AM) na Operação Bilhete Premiado, deflagrada em agosto de 2019. A operação investiga denúncias de irregularidades na contratação da empresa Ezo Soluções Interativas Ltda pela Superintendência Estadual de Habitação.

Júlio César foi dirigente da Suhab durante o governo interino do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, David Almeida (Avante).

No negócio bilionário da Suhab com a empresa Ezo Soluções Interativas Ltda., pretendia receber do governo estadual R$ 5 bilhões de honorários alegando ter recuperado R$ 27 bilhões de valores do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) e Júlio César receberia R$ 200 milhões de honorários, na época dirigente da Suhab.

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