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A comerciante, Icléia Pessoa Rego (PTN), 36 anos, eleita vice-prefeita de Tefé, que rachou com o prefeito Antenor Paz (PSD), depois das denúncias de que a eleição de 2012 foi ganha graças a compra de votos, esteve no dia 28 do mês passado na Delegacia Interativa de Polícia de Tefé, para registrar queixa contra o ex-aliado por ameaças, perseguição e constrangimento.

No boletim de ocorrência, registrado pelo escrivão Amaro Domingo da Silva Neto, Icléia Pessoa, garante que o prefeito já lhe disse que ela será lesionada com uma faca e é impedida por Antenor Paz, de exercer sua função de vice-prefeita.

Em janeiro, Icléia, protocolou representação ao Ministério Público do Estado, pedindo a formação de uma força tarefa para investigar as irregularidades existentes na administração de Antenor Paz.

Nas denúncias ao Ministério Público, ela garante que o prefeito e a esposa, a primeira dama Tereza Cristina Paz, ocupam três secretarias no município, Planejamento, Administração e Finanças, são acusados pelos crimes de favorecimento em licitações, perseguição aos funcionários públicos e desvio de verbas na área da saúde, enriquecimento ilícito, além da compra de votos nas eleições de 2012 e promessas de emprego por troca de votos.

O racha

De acordo com Icléia Pessoa, o racha com o prefeito Antenor Paz, occorreu quando ela exonerou a primeira a primeira dama Tereza Cristina, por ela ter prometido na campanha do esposo, o prefeito Antenor Paz, emprego as mães de Tefé, emprego e ajuda de R$ 30, R$ 50 e R$ 100.

De acordo com a vice, a atitude da primeira dama lhe envergonhou e ela resolveu depois de assumirem a administração do município, chamar a esposa do prefeito para conversar, mas ela não deu ouvido e começaram as demissões na prefeitura.

De acordo com Icléia, se não fosse a compra de votos as eleições em Tefé, teriam um outro resultado nas urnas e o atual prefeito teria perdido.


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