© Reprodução/Volkswagen Volkswagen disse que precisa adequar 'o número de empregados ao nível atual de produção', prejudicado pela pandemia da covid-19
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A Volkswagen elaborou os termos do programa de demissão voluntária (PDV) que será aberto nos próximos dias. A montadora pretende cortar cerca de cinco mil postos de trabalho. O valor corresponde a quase 35% dos 15 mil trabalhadores das quatro fábricas do Brasil.

Segundo o Estado de S. Paulo, a montadora vai propor o pagamento de até 35 salários extras aos funcionários da área produtiva. A Volkswagen também elaborou um plano de redução de benefícios e se compromete a garantir o emprego por cinco anos para os que não aderirem ao programa. Em contrapartida da garantia de emprego, a montadora não vai reajustar os salários em 2020. O valor da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) também será menor. Vai, no entanto, pagar um bônus de R$ 6 mil.

A proposta será votada na próxima terça-feira (15), em assembleias dos trabalhadores das fábricas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos (SP) e de São José dos Pinhais (PR).

A montadora já tinha confirmado a negociação para o corte de postos de trabalho. Justificou com a necessidade adequar “o número de empregados ao nível atual de produção, com foco na sustentabilidade de suas operações no cenário econômico atual, muito impactado pela pandemia do novo coronavírus”. Com informações de Poder 300.


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