Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Com a determinação da Justiça para apagar as informações pessoais da menina de 10 anos estuprada pelo tio divulgadas pela extremista Sara Winter nas redes sociais, a defesa da bolsonarista alegou que os dados já estariam expostos na internet.

Em nota, os advogados disseram que trata-se de um “ideologismo dos veículos de comunicação contra a cliente” e que, antes da postagem da investigada no inquérito das fake news, já haveria hashtags e páginas expondo o nome da criança, que foi estuprada pelo tio. Os advogados, entretanto, não enviaram links ou fotografias que provariam a alegação.

“Esclarecemos que, o nome da menor já vinha sendo amplamente divulgado na plataforma TWITTER o qual pode ser acessado por qualquer internauta. Qualquer veículo de comunicação que não tenha viés ideológico pode consultar o TWITTER através de seus mecanismos de busca e facilmente terá acesso a inúmeras postagens com a hashtag que faz referência ao primeiro nome da menor”, afirmaram, no texto.

Ainda, os defensores disseram que a atribuição da divulgação dos dados por Winter é um “ato de má-fé e atenta contra o bom jornalismo”.

Supostas ameaças

A respeito das alegações feita pela militante extremista que estaria recebendo ameaças após ter exposto publicamente uma criança de dez anos estuprada diversas vezes pelo próprio tio, os advogados disseram que vão atuar “cível e criminalmente” contra os autores. Para eles, a postagem de Sara foi um exercício da “liberdade de expressão e religiosa”. Com informações de Metrópoles.


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •