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Elisabeth Valeiko Ribeiro, primeira-dama do município, visitou pela primeira vez, no presídio Centro de Detenção Provisória Masculino 1 (CDPM 1), o filho Alejandro Molina Valeiko, acusado de envolvimento com a morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, no dia 29 de setembro.

A experiência não poderia ser diferente da dor de centenas de outras mães que saem de suas casas para um encontro com o filho encarcerado na cadeia.

Elisabeth Valeiko, entretanto, além do impacto produzido pela dor de ver o filho amado confinado em um presídio público, foi vilipendiada, ultrajada, bombardeada por duras infâmias por algo que não tem culpa: ser a primeira-dama do município e de pertencer a uma camada social diferenciada da maioria dos visitantes do CDPM 1.

A dor foi dobrada, diz a primeira dama Elisabeth Valeiko, na sua página que mantém no Facebook, sem negar que não é melhor do que ninguém, como fizeram chegar nas redes sociais por ter furado a fila para visitar o filho.

“Vi um vídeo de alguém comentando que eu não era melhor que ninguém. E isso é verdade. A mais pura verdade. Se esse é o procedimento, estarei lá, na fila, no sol ou na chuva, para poder vê-lo. Sou apenas mais uma mãe que tenta lutar pelo bem de seu filho. Uma batalha que não começou agora”, responde Valeiko.

Veja a postagem do Facebook:


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